SOLTA A VOZ DE DIVA

Marquis Hawkes trouxe à tona novamente a voz de Jocelyn Brown: o produtor inglês usa o vocal da diva em ‘Satisfy’, uma das músicas mais bacanas lançadas esse ano.

Também vale MUITO a investida em seu primeiro álbum, ‘Social Housing’, lançado pelo Houndstooth, selo da família Fabric.

Já a história nada usual da vida do DJ está nessa entrevista feita pelo sempre bom Joe Mugs.

Nunca ouviu? Não sabe do que se trata? Então vem aqui ó:

marquis-hakwes

 

 

FINALMENTE AQUELE REMIX DO JOHN TALABOT

John Talabot não cansa de acertar. Finalmente está na rua o remix para ‘Sfire 3’, música que ele vem tocando há um bom tempo e que já tinha virado um dos highlights de seus sets.

O remix é uma aula de melodia + uso de vocais. Tudo simples, tudo maravilhoso.

Além do Tribalist rework, tem ainda o Warehouse Dub e o Bubble Metropolis Rework. Na dúvida, comprei os três. hahahah

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talabot

KERRI CHANDLER + JEREMY UNDERGROUND

Meu amigo, se você gosta de house music, dificilmente as coisas ficam melhores que essa dobradinha aqui:

 

Quem quiser se aprofundar mais, o Jeremy Underground é o cabeça por trás do selo My Love is Underground, especializado em lançar singles obscuros de house 90s. Vale correr atrás das duas compilações já lançadas. É coisa fina sem precedentes.

MIGRANDO DOS 80 PARA OS 90: BANQUETE BRITÂNICO

Lendo sobre os 25 anos do ‘Foxbase Alpha’, primeiro disco do St. Etienne (na foto), me dou conta de que a virada dos 80s pros 90s foi um ÓTIMO momento (dentre um passado de glórias) da música pop feita na Ilha da Rainha.

st.etienne

Os veteranos do synthpop oitentista ainda estavam na crista da onda – o Depeche Mode, por exemplo, lançou o ‘Violator’ em 90, o Cure lançou o ‘Disintegration’ em 89. Ambos são, muito possivelmente, os melhores álbuns dessas duas bandas. E o New Order ainda circulava por ali com gás total.

Em 89, a house music estourava na Inglaterra na sua versão acid e se tornaria o estopim da cultura rave do início dos anos 90. Rolou também a primeira leva dos que se tornariam os futuros big names da música eletrônica: Massive Attack, The Orb, 808 State.

Manchester dropava pílulas e mais pílulas com a mistura de indie e dance music dos Stone Roses e Happy Mondays. Apesar de escoceses, dá pra jogar a psicodelia do Primal Scream, via ‘Screamadelica’, nesse bolo de Manchester.

MBV

O My Bloody Valentine capitaneava a parede de guitarras da trupe shoegaze, e teve o Ride, o Lush e o Slowdive como coleguinhas de turma. E não dá para esquecer do ‘dream pop’ do Cocteau Twins.

Se cavucar mais um pouco, esbarramos no Soul II Soul e Brand New Heavies, carregando a tocha da black music inglesa.

Que banquete!