THE XX DIRETO DE 1994

Então, é isso mesmo. A banda ultracool fez um mash-up que vai fazer  muito trintão relembrar os tempos das matinês adolescentes.

O XX juntou a belíssima ‘Shelter’ com, adivinha?, ‘Show me love’, da Robin S, sucesso incontestável nas pistas mais farofas (e daí?) em 94. O cover entrou no setlist da banda há alguns shows.

‘Show me love’ começa aos 3min20s. Ficou do caralho. Check it out!

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DOS REMANESCENTES DO ELECTROCLASH…

Tiga foi o único que conseguiu sobreviver com dignidade. Conseguiu se adaptar sem perder a personalidade nem a credibilidade. O canadense vem encaixando um remix bom atrás do outro.

E o que ele fez com ‘Shelter’, do XX, prova que o moço ainda é relevante.

Disse ele num comunicado do selo sobre o remix: “There’s just something special about making out in London, your mouth bursting with toffee and emotion, that ugly ferris wheel thing looming in the distance…This remix is a love letter to British Romance, from the heart of a Canadian Revolutionary.” Então tá.

THE xx: CHAPEI GERAL

Sabe quando você aquela música que te deixa bolado de cara, e na sua obsessão você ouve a dita cuja 10 vezes seguidas? Então, fiquei assim com um single da banda The xx (assim mesmo, caixa baixa).

“Basic Space” é perfeita. De uma elegância e uma qualidade pop que te faz dizer “Obrigado, Senhor!”.

The xx é a everyone’s favorite band da vez. Lá fora tá um zunzunzum só. E se você viu o clipe já entendeu por quê.

Eles são um quarteto com guitarra, baixo e  alguma programação de bases numa bateria eletrônica. Um casal de voz suave se divide no vocal – ele canta uns trechos e ela, outros.

O som é delicado, elegante, pop e cantarolável. Todos os instrumentos são econômicos ao máximo, numa levada quase minimalista (guitarra principalmente).

A vocalista tem a língua presa igual ao Romário e é tão baranga quanto a Tracey Thorn, do Everyhing But The Girl (se parecem bastante, aliás). Corre e baixa o disco num torrent perto de você.