Sei que existem por aí trocentas fotos maneiras do Glastonbury, que rolou esse fim de semana (e onde o Blur reinou). Eu já vi a grande maioria delas. Mas essas postadas aqui são realmente as mais fodonas que encontrei. Vai uma de aperitivo.

Sei que existem por aí trocentas fotos maneiras do Glastonbury, que rolou esse fim de semana (e onde o Blur reinou). Eu já vi a grande maioria delas. Mas essas postadas aqui são realmente as mais fodonas que encontrei. Vai uma de aperitivo.

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Com a tag blur, fotos, glastonbury, lama
Mais uma revista importante encerra as atividades por conta de falta de $$$.
É hora da Vibe Magazine fechar a gráfica. O P4K conta a história toda.
Menos um canal pra galera dos black grooves.

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Com a tag crise, kanye west, vibe, vibe magazine
Aí embaixo está o texto na íntegra da minha matéria para a edição de junho da Vogue RG, que está nas bancas. Depeche Mode na veia.
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30 ANOS ESTA NOITE
Depeche Mode lança o 14º disco e se mantém relevante com 30 anos de carreira
Deve ser grande a cobrança nos ombros de Dave Gahan, o homem à frente do Depeche Mode. Pioneiros no que fazem, influência declarada de meio mundo pop e com todos os passos, pessoais inclusive, vigiados pelas cabeças musicais pensantes e veículos de fofoca, o grupo inglês completa 30 anos de carreira se mantendo relevante como talvez nenhuma outra banda tenha conseguido.

E “Sounds Of The Universe”, o álbum novo, vem coroar a trajetória. A banda está de volta ao cenário pop após o elogiado “Playing the angel”, de 2005. “Sounds” mantém o clima tenebroso dos últimos discos, clima que começou a tomar forma mais ou menos no meio dos anos 90, depois da overdose de heroína sofrida pelo vocalista. E, confesso, é exatamente com essa onda deprê-angústia aliada às excelentes melodias que o DM me conquista.
O CD abre com a longa “In Chains”, já dando o tom do restante para vir, 100% tenso. Um destaque imediato é “Fragile Tension”, de batida eficiente e um synth tão pesado, melódico e eficiente que deve ter deixado o Fischerspooner procurando sem sucesso um jeito de fazer igual. A voz de Gahan continua firme e desliza por versos como “It’s something magical in the air/ Something so tragic we have to care”. Se a desgraça é inevitável, agarre-se a ela.
Com um som quase 100% eletrônico e discos consistentes, o Depeche Mode caiu nas graças dos DJs do momento. Já é clássico o remix de Ricardo Villalobos, um dos preferidos da casa e dos produtores mais relevantes no cenário atual, para “Sinner in me“ (do disco anterior), que ganhou uma base minimalista seca, dura e um baixo de sabor latino irresistível contrastando com tudo.
“Wrong”, do CD atual, foi repaginado por um time de estrelas, Stuart Price e Boys Noize entre eles. Mas o grande remix do single é da Magda, polonesa que fez a carreira na M_nus de Richie Hawtin, em Berlim, e injetou um groove até então não encontrado na história minimalista da DJéia. Estreitando ainda a ponte com o Mondo DJ, o grupo acabou de lançar um uma competição de remixes da próxima música de trabalho, “Peace”.
DJs e produtores aspirantes podem fazer seus remixes. O vencedor ganha uma dúzia de gadgets, além de ver sua produção ser lançado oficialmente no Beatport.com, via Mute Records, selo do DM. Sempre conectados, o trio também está por dentro dos aplicativos para o iPhone. Se você tem um, corra à Apple Store agora.
Toda essa longevidade e presença de palco vai poder ser conferida ao vivo em outubro. Se nada der errado ou sair do controle, a banda vem ao Brasil para dois shows, no Rio de Janeiro e em São Paulo, nos dias 22 e 24 de outubro, respectivamente. Nem precisa dizer que você tem que ir.
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Com a tag beatport, dave gahan, depeche mode, magda, martin gore, sounds of the universe, villalobos
O bicho pegou no show problemático do Crystal Castles no Sónar, que rolou na madrugada de sábado para domingo. A dupla reclamou do som o tempo inteiro e a vocalista saiu no braço com o staff do festival em pleno palco.
Num determinado momento do show (muitos dizem que foi das piores performances ever) a vocalista pulou na plateia, fez um crowd surfing tímido e voltou ao fosso dos fotógrafos. Depois de ficar caída no chão alguns segundos (??), se levantou repentinamente, retornou ao palco, arrancou o bumbo da bateria e jogou o trambolho em cima de um segurança – ou técnico de som -, que se defendeu.

Em seguida ela pegou outras peças da bateria e continuou a atirar no malandro que, claro, se enfezou e, com uma mão apenas, pegou a nervosinha pelo braço e a arrastou do palco.
O vídeo abaixo mostra o momento da confusão e acaba exatamente no momento em que o baterista da banda avança no segurança com socos para defender a colega da banda. Little Boots comentou a baixaria em seu twitter: “The sound guy tried to rugby tackle her so Ethan jumped out and punched him!”
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O disco que mais roda nos meus domínios é esse aí embaixo. Um pouco de techno, um pezinho na house, alguma nóia e bastante groove no volume três da série de mix albums do clube de Berlim Watergate.
Konrad Black, canadense, dono do selo Wagon Repair e berlinense de espírito faz desse disco um dos mais bacanas de 2009 até agora. Num torrent perto de você.

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Aconteceu no sábado, dia 13, no East Anglian Railway, um lugar para 150 pessoas onde a banda fez um de seus primeiros shows ever.
Damon Albarn estava com o diabo no corpo e, melhor de tudo, a banda parecia estar realmente se divertindo. O Graham Coxon até sorria. Se liga no crowd surfing que o Albarn mandou logo de cara.
Foram 28 músicas no total e banda ruma agora para outras poucas datas no Reino Unido – ser headliner do Glastonbury está na agenda.
Um malandro filmou tudo da boca do palco e postou vídeos de altíssima qualidade.
A piada com o ressurgiu como uma fênix é óbvia, mas inevitável.
Depois de alguns excelentes singles (“If I ever feel better” à frente) no longínquo 2002, os blasezinhos do Phoenix retomam a pegada com um disco que vem causando um burburinho.
“1901″ é um rockinho dançante e dos hits da nova safra da banda. Foi dirigido pela dupla Bogstandard, a mais in da leva atual de diretores cool da França.
O Guardian arrebentou sério. Conseguiu o footage dos ensaios do Blur para o comeback do ano.
É a banda no estúdio ensaiando para os shows no Glastonbury e Hyde Park. Vai soltar uma música por dia, a primeira é “Mellow Song”, do “13″.